A vida depois da perda não é mais a mesma.

Mas há caminhos possíveis para cuidar da dor e construir novos sentidos. E eu posso te acompanhar nessa travessia.

Psicoterapia do Luto

O luto é uma resposta natural diante de uma perda significativa, mas isso não significa que seja fácil. Em alguns momentos, a dor pode se tornar confusa, solitária ou difícil de expressar. A psicoterapia do luto oferece um espaço seguro para olhar para essa dor com cuidado, sem pressa e sem julgamentos.

Não se trata de “superar” no sentido de esquecer ou seguir em frente como se nada tivesse acontecido. O trabalho terapêutico busca justamente o contrário: reconhecer a importância da perda, dar lugar ao que foi vivido e encontrar formas mais leves e possíveis de continuar, mesmo com a ausência.

Esse acompanhamento pode ser indicado tanto para perdas recentes quanto para lutos que parecem estagnados ou intensos demais, afetando o cotidiano, os relacionamentos ou a própria identidade.

Psicóloga Marianne Branquinho

O luto é sempre singular: Caminhos que a dor pode assumir diante da perda

O luto pode surgir após mudanças significativas, rompimentos ou fins de ciclos. Aqui, você encontrará apoio especializado para lidar com os impactos emocionais dessas perdas, mesmo quando elas não são reconhecidas por todos.

Confusão Mental, Desorientação e Exaustão

• Sensação de estar “fora do próprio corpo” ou distante da realidade;
• Dificuldade de concentração e lapsos de memória;
• Fadiga intensa ou sensação de cansaço constante, mesmo sem esforço físico.

Silêncio Emocional e Isolamento

• Dificuldade de expressar o que está sentindo;
• Desejo de se afastar de tudo e de todos;
• Sensação de que ninguém compreende a sua dor.

Ansiedade e Inquietação

• Pensamentos acelerados e preocupações intensas sobre o futuro;
• Incapacidade de relaxar ou se desligar das emoções;
• Sensação constante de alerta ou tensão no corpo.

Tristeza Profunda e Apatia

• Falta de energia ou interesse pelas atividades do dia a dia;
• Emoções à flor da pele, com choro frequente ou contido;
• Sentimento de vazio, como se nada mais fizesse sentido.

Culpa e Questionamentos

• Pensamentos constantes de “e se eu tivesse feito diferente?”;
• Sensação de que poderia ter evitado a perda ou minimizado a dor;
• Dificuldade de se perdoar ou de se permitir seguir em frente.

Dificuldade de Retomar a Vida

• Sensação de paralisia diante da rotina;
• Medo de recomeçar ou de mudar algo na própria vida;
• Sentimento de estar estagnado, como se o tempo tivesse parado.

Psicóloga Marianne Branquinho

Teoria do Apego

O luto não é só sobre a ausência de alguém, é sobre a ruptura de um vínculo. Por isso, minha escuta clínica é baseada na Teoria do Apego, desenvolvida por John Bowlby.

Essa teoria parte da ideia de que, desde o início da vida, buscamos figuras de apego — pessoas que nos oferecem segurança emocional, cuidado, proteção e afeto. São vínculos que nos ajudam a explorar o mundo, a enfrentar desafios e a regular nossas emoções. Quando estamos conectados a alguém de forma significativa, esse laço se torna parte de quem somos.

Portanto, ao perder uma figura de apego, perde-se também um lugar de referência, um porto seguro. A dor do luto não é fraqueza: é a resposta natural à separação de alguém que era essencial para nossa estabilidade emocional.

Compreender o luto a partir dessa perspectiva ajuda a dar sentido às reações que muitas vezes parecem confusas: saudade intensa, vazio, culpa, raiva, medo, sensação de estar “sem chão”. Cada pessoa reage de um jeito, porque cada vínculo tem uma história única.

Na psicoterapia, criamos um espaço para acolher essa dor e compreender a profundidade desse laço. Com o tempo, é possível construir formas simbólicas de manter o vínculo, reorganizar a vida sem a presença física da pessoa e integrar essa perda à sua trajetória — sem apagar o amor vivido.

Uma abordagem que valoriza a história do vínculo e favorece:

Processamento Emocional

Ajuda a nomear, compreender e expressar sentimentos difíceis, como culpa, raiva, medo e saudade com segurança e sem julgamentos.

Autoconhecimento

Favorece a compreensão das suas próprias reações e emoções, fortalecendo a identidade após a perda e permitindo um reencontro consigo mesmo(a).

Redução de Sintomas

Contribui para aliviar sintomas de ansiedade, estresse e tristeza profunda, comuns no processo de luto.

Apoio Contínuo

Oferece suporte terapêutico estruturado, respeitando o ritmo de cada pessoa e acompanhando as fases e os desafios vividos com sensibilidade.

Reconstrução de Sentido

Permite ressignificar a ausência, integrando a experiência da perda à sua história e encontrando novos caminhos para seguir com leveza.

Olá, eu sou a

Marianne Branquinho

CRP 08/21505

Sou psicóloga clínica especializada em luto. Acompanho pessoas que estão atravessando perdas significativas, oferecendo um espaço seguro para cuidar da dor, sustentar o que parece insuportável e, aos poucos, encontrar novos caminhos possíveis.

Acredito na capacidade humana de se reconstruir, mesmo quando tudo parece ter desmoronado. O luto é um processo único, que pede tempo, escuta e acolhimento. Não se trata de esquecer ou “superar”, mas de aprender a conviver com a ausência e integrar essa experiência à própria história com respeito ao seu tempo e ao seu processo.

Atualmente, realizo atendimentos on-line para pessoas em diferentes tipos de perdas: morte de pessoas queridas, separações, diagnósticos difíceis, mudanças abruptas ou transições que abalam vínculos e identidades.

Se você está passando por um luto, saiba: você não precisa enfrentar isso sozinha(o). Estou aqui para caminhar ao seu lado.

Onde há amor, o luto é inevitável

“Nenhuma terapia pode alterar os fatos de uma vida, mas pode alterar a narrativa dos fatos e isso talvez seja decisivo.”

Contardo Calligaris

F.a.q

Perguntas Frequentes

Nem toda perda é um luto. Mas todo luto nasce de uma perda.

Para ser um luto, a perda precisa ser significativa para quem vive — quando afeta profundamente quem somos, como vivemos ou o que valorizamos.

Envolve desorganização emocional, necessidade de adaptação e reconstrução de sentido.

Não. A psicoterapia não tem o objetivo de apagar memórias, mas sim de ajudar você a dar um novo lugar à sua dor e encontrar formas saudáveis de seguir com ela, sem se anular.

Sim. O tempo por si só não resolve o luto. Muitas pessoas carregam uma dor silenciada ou não elaborada que continua impactando sua vida, mesmo anos depois.

Nunca é tarde para olhar, cuidar dessa dor e permitir que ela seja escutada.

Não existe um tempo exato. O luto é uma vivência singular, e cada pessoa tem seu ritmo. A terapia respeita esse tempo e acompanha o processo com cuidado e sem pressa.

Quando a dor está grande demais para carregar sozinha. Se a tristeza não passa, se a culpa persiste, se você sente que a vida parou ou tem dificuldade em seguir com a rotina, buscar apoio profissional pode ser um passo importante para cuidar de si.

Cada pessoa vive o luto de um jeito. As dores, os vínculos e as dificuldades são diferentes — por isso, não há um tempo definido para o processo terapêutico.

A duração também depende do engajamento de cada um, da abertura para o processo e do momento de vida em que a perda é vivida.

A psicoterapia acompanha o tempo e a necessidade de cada pessoa, oferecendo apoio para atravessar a perda de forma respeitosa e no seu ritmo.

As sessões acontecem por videochamada, em um ambiente sigiloso, seguro e acolhedor. Mesmo à distância, o vínculo terapêutico é construído com presença, empatia e escuta atenta.

A modalidade online também oferece mais flexibilidade, permitindo que você escolha o melhor lugar para estar, com conforto e privacidade.

Vale dizer que essa forma de atendimento é regulamentada pelo Conselho Federal de Psicologia e segue as mesmas normas éticas do atendimento presencial.

A plataforma utilizada é o Google Meet. Cada sessão dura 50 minutos a partir do horário agendado. Sua pontualidade é fundamental para que você possa aproveitar cada minuto da sessão.

Para uma boa experiência, é importante ter conexão estável à internet, um dispositivo com câmera (celular, tablet ou computador), fones de ouvido e um ambiente reservado e confortável, onde você se sinta à vontade para falar com privacidade.

Sim. Em alguns casos, é possível realizar atendimentos pontuais, voltados para acolher uma demanda específica ou um momento delicado — como uma data significativa, uma decisão difícil relacionada à perda, ou a necessidade de escuta/validação em um período de maior sofrimento.

No entanto, para lidar com questões mais profundas e recorrentes, o acompanhamento contínuo costuma ser mais indicado.

Não. Os atendimentos são particulares, mas emito notas fiscais que podem ser utilizadas para solicitação de reembolso.

Recomendo consultar seu plano de saúde para verificar se há essa possibilidade.

Para saber mais informações sobre as sessões, incluindo valores, entre em contato pelo WhatsApp.

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